Crônica
madrugada
Resumo
Madrugada [...] Tudo dorme. Eu, no entanto, olho o espaço sombrio, Pensando em ti, ó doce imagem adorada!... As estrelas tremem no ar frio, no céu frio, E no ar frio pingam as gotas da orvalhada... [...]
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Publicado
2022-02-03
Edição
Seção
Crônicas
Licença

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Como Citar
SILVA, W. R. DA. Crônica: madrugada. Revista Hipótese, v. 2, n. 2, p. 169–170, 3 fev.2022.

