Desafios no ensino de Libras como segunda língua para ouvintes

Autores

  • Débora Rodrigues Moura PUC
  • Tatiana Berchieri Miranda Palazzo UNISEB

Palavras-chave:

Libras, Ouvintes, Ensino-Aprendizagem, Segunda Língua

Resumo

Conforme Wilcox e Wilcox o ensino de uma língua visuoespacial para ouvintes demanda pesquisas para que se possa, de fato, ensinar o idioma preservando suas características e estrutura, por meio de práticas discursivas significativas, que não recaiam no português sinalizado. Assim, esse trabalho tem como objetivo discutir alguns desafios em relação ao ensino da Libras, Língua Brasileira de Sinais, como segunda língua para ouvintes, a partir de práticas pedagógicas realizadas em cursos de Libras no IFSP. Foram analisadas entrevistas com alunos iniciantes no aprendizado do idioma e observações dos professores em relação ao processo, tendo como foco uma sequência didática envolvendo sinais, soletração, mas principalmente a organização visuoespacial inerente ao idioma. A partir dele foi possível identificar algumas facilidades e dificuldades apontadas no processo de aprendizagem, mas que, de modo geral, não recaem sob sinais isolados, mas sob a maneira visual de estruturar o pensamento.

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Biografia do Autor

  • Débora Rodrigues Moura, PUC

    Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (PUC-SP). 

  • Tatiana Berchieri Miranda Palazzo, UNISEB

    Especialista em Educação a Distância. (UNISEB-RP)IFSP Boituva

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Publicado

2018-01-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

MOURA, D. R.; PALAZZO, T. B. M. Desafios no ensino de Libras como segunda língua para ouvintes . Revista Hipótese, v. 4, n. 4, p. 348–365, 1 jan.2018.

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