Entre ficção e realidade
transtornos e possibilidades em “Como estrelas na terra – toda criança é especial”
DOI:
https://doi.org/10.58980/eiaerh.v12i00.450Palavras-chave:
Educação Inclusiva, Práticas Pedagógicas, DislexiaResumo
O presente artigo perambula pela “ficção” e “realidade”, arte e ciência, trazendo à baila um tema complexo, embora discutido com certa recorrência no campo das Ciências da Educação e da Linguagem. Baseado numa perspectiva social e cultural, situada em uma abordagem qualitativa, objetiva-se refletir sobre/com e a partir dela, tensionando certezas e incertezas constitutivas da área das Ciências da Educação e da Linguagem sobre a dislexia, no desejo que tal movimento possa sensibilizar profissionais para a discussão e/ou práticas pedagógicas no contexto da educação inclusiva. A narrativa do filme evidencia a falta de compreensão acerca do que é a dislexia por parte da escola e da família, assim como há carência de práticas pedagógicas inclusivas. Considera-se diante deste contexto, o Desenho Universal para Aprendizagem como uma abordagem pedagógica inclusiva, que compreende o ritmo, o modo e o tempo de aprender de cada sujeito nos processos de ensino e aprendizagem.
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